domingo, 29 de julho de 2012
Início
"Início"
( Bruno Stevan )
No início, o nosso amor era tão natural
Parecia até que nunca ia ter final
Com sorrisos me iludi e achei que por um tempo eu era feliz.
Nossas fotos, sentimentos e declarações
Juras de amor eterno de dois corações
São lembranças que se foram com o vento, sem saber pra onde ir.
E me deixou aqui
Perdido, largado e tão sozinho
Sentia falta de ti
Mas hoje em dia eu já não ligo.
É tudo tão natural
No início do final.
Eu estive tanto tempo preso em suas mãos
Mas abri meus olhos, retomei meu coração
Hoje eu não sou mais o cego que um dia por você se apaixonou
Meu amor eu sinto muito, mas eu me enganei
Me iludi por tanto tempo enquanto eu te amei
Eu amei quem você era, não aquela em que você se transformou.
E me deixou aqui
Perdido, largado e tão sozinho
Sentia falta de ti
Mas hoje em dia eu já não ligo.
É tudo tão natural
No início do final.
No início, eu me sentia tão vazio e "down"
No início, sem você, eu me sentia mal
No início, eu senti muito por nós dois, mas hoje em dia eu já nem ligo.
Recomeço
"Recomeço"
( Bruno Stevan )
Eu quero ser tudo pra você,
Ser sua estação de rádio ou tevê,
Sua primavera, seu verão, outono e inverno,
Ser seu descanso, ser seu céu, ser seu inferno.
Ser sua vida, sua alma e essência,
Sua inteligência, sua burrice e demência,
Ser seu inteiro, sua metade, frente e verso,
Ser sua cidade, seu país seu universo.
Você é meu vício, minha droga ilícita,
Minha cena de amor e sexo mais explícita,
Meu tarja preta pras loucuras mais constantes,
Meu suvenir empoeirado na estante.
O seu sorriso me ilumina como o sol,
E sua linda pele branca é bela como a lua,
Eu te procuro enlouquecido nos meus sonhos
E nas cidades te procuro pelas ruas.
Eu quero ser seu egoísmo e insanidade,
Sua inveja, sua luxúria, vaidade,
Ser sua ira, sua gula e avareza
Ser seus pecados todos postos numa mesa,
Ser sua novela das oito
E no cinema ser seu drama comum, ou uma comédia vulgar,
Ser sua água pra você matar sua sede,
Ser seu vinho pra você se embriagar.
Eu quero ser o ar e o chão que te sustenta,
Eu quero ser a carne e o pão que te alimenta,
E quanto mais o tempo passa, mais me desespero
Você não sabe, meu amor, o quanto quero...
Ser o seu anjo, seu demônio, ser seu rei,
Ser seu mocinho, ser o seu fora da lei,
Ser o seu nômade, sem nome ou endereço,
Uma psicodelia, amor e sexo ao avesso...
Sei que nunca é tarde para um recomeço
E é por isso que eu canto:
Calado, falando, pensando, sonhando,
Seja como for... eu te amo.
( Bruno Stevan )
Eu quero ser tudo pra você,
Ser sua estação de rádio ou tevê,
Sua primavera, seu verão, outono e inverno,
Ser seu descanso, ser seu céu, ser seu inferno.
Ser sua vida, sua alma e essência,
Sua inteligência, sua burrice e demência,
Ser seu inteiro, sua metade, frente e verso,
Ser sua cidade, seu país seu universo.
Você é meu vício, minha droga ilícita,
Minha cena de amor e sexo mais explícita,
Meu tarja preta pras loucuras mais constantes,
Meu suvenir empoeirado na estante.
O seu sorriso me ilumina como o sol,
E sua linda pele branca é bela como a lua,
Eu te procuro enlouquecido nos meus sonhos
E nas cidades te procuro pelas ruas.
Eu quero ser seu egoísmo e insanidade,
Sua inveja, sua luxúria, vaidade,
Ser sua ira, sua gula e avareza
Ser seus pecados todos postos numa mesa,
Ser sua novela das oito
E no cinema ser seu drama comum, ou uma comédia vulgar,
Ser sua água pra você matar sua sede,
Ser seu vinho pra você se embriagar.
Eu quero ser o ar e o chão que te sustenta,
Eu quero ser a carne e o pão que te alimenta,
E quanto mais o tempo passa, mais me desespero
Você não sabe, meu amor, o quanto quero...
Ser o seu anjo, seu demônio, ser seu rei,
Ser seu mocinho, ser o seu fora da lei,
Ser o seu nômade, sem nome ou endereço,
Uma psicodelia, amor e sexo ao avesso...
Sei que nunca é tarde para um recomeço
E é por isso que eu canto:
Calado, falando, pensando, sonhando,
Seja como for... eu te amo.
Realidade Freak Show
"Realidade Freak Show"
( Bruno Stevan )
Tudo bem, tudo igual do inicio ao final
Personagens, dramas, tramas... É tudo banal
Nossa vida numa tela, num roteiro de novela
São mentiras que nos vendem. É tão natural.
Vivemos de todas as mentiras da TV,
Mentiras pra nos enganar,
Mentiras pra dar e vender
São coisas que não vão mudar, o que penso, sinto e sou
Porque eu não quero atuar
No nosso palco freak show.
REFRÃO:
Abra os olhos e veja
Que a vida tem muito pra dar
Não se venda, não se omita,
Não deixe que o mundo acabe com os seus ideais.
Acabe com toda a mentira, antes da cortina fechar
Pare e pense: Nossa vida é uma peça
Que pode, do nada, sair de cartaz.
Sentimentos, corações, são mentiras, ilusões
Se não tem nenhum pouco de siceridade
Relações conturbadas, traições descaradas,
Um amor controlado em prol da arte.
Somos marionetes que o mundo quer controlar
Devemos cortar os barbantes,
O show não pode continuar.
Até quando vai ser assim, a vida imitando a arte?
Fugindo do nosso controle,
Fugindo da realidade.
REFRÃO:
Abra os olhos e veja
Que a vida tem muito pra dar
Não se venda, não se omita,
Não deixe que o mundo acabe com os seus ideais.
Acabe com toda a mentira, antes da cortina fechar
Pare e pense: Nossa vida é uma peça
Que pode, do nada, sair de cartaz.
As promessas esquecidas, nossos erros e mentiras,
São retratos desse mundo que é tão desigual
Nossos sonhos e pecados, os desejos revelados
São escritos num roteiro e ponto final.
( Bruno Stevan )
Tudo bem, tudo igual do inicio ao final
Personagens, dramas, tramas... É tudo banal
Nossa vida numa tela, num roteiro de novela
São mentiras que nos vendem. É tão natural.
Vivemos de todas as mentiras da TV,
Mentiras pra nos enganar,
Mentiras pra dar e vender
São coisas que não vão mudar, o que penso, sinto e sou
Porque eu não quero atuar
No nosso palco freak show.
REFRÃO:
Abra os olhos e veja
Que a vida tem muito pra dar
Não se venda, não se omita,
Não deixe que o mundo acabe com os seus ideais.
Acabe com toda a mentira, antes da cortina fechar
Pare e pense: Nossa vida é uma peça
Que pode, do nada, sair de cartaz.
Sentimentos, corações, são mentiras, ilusões
Se não tem nenhum pouco de siceridade
Relações conturbadas, traições descaradas,
Um amor controlado em prol da arte.
Somos marionetes que o mundo quer controlar
Devemos cortar os barbantes,
O show não pode continuar.
Até quando vai ser assim, a vida imitando a arte?
Fugindo do nosso controle,
Fugindo da realidade.
REFRÃO:
Abra os olhos e veja
Que a vida tem muito pra dar
Não se venda, não se omita,
Não deixe que o mundo acabe com os seus ideais.
Acabe com toda a mentira, antes da cortina fechar
Pare e pense: Nossa vida é uma peça
Que pode, do nada, sair de cartaz.
As promessas esquecidas, nossos erros e mentiras,
São retratos desse mundo que é tão desigual
Nossos sonhos e pecados, os desejos revelados
São escritos num roteiro e ponto final.
Tudo Ao Avesso
"Tudo ao Avesso"
( Bruno Stevan )
Vivemos nosso dia-a-dia
Com muito tédio e nada mais
Nós somos tão perfeitos nessa nossa imperfeição
Vivemos nessa hipocrisia
Fazendo coisas tão banais
Sempre esquecendo o porque da nossa criação.
O que era verde aqui um dia
Hoje não existe mais
Foi o bicho-homem levando tudo a extinção
Um céu de um obscuro cinza
Queimadas, mortes de animais
Só mostram que fomos banhados nesse mar de podridão.
REFRÃO:
Está tudo ao avesso!
Um mundo que há muito se vê
Fazendo a guerra sempre mais
Vendo a fome e a distruição se propagar
Tanques, bombas, armas químicas...
Aonde tá a nossa paz?
O que se vê é o sangue inocente jorrando sem parar.
A verdade nos corrói,
A mentira é o que constrói
O caráter da sociedade que vivemos
Mas os culpados somos nós
Por não desatarmos os nós
De todo esse terrível pesadelo que nos prendemos.
REFRÃO:
Está tudo ao avesso!
( Bruno Stevan )
Vivemos nosso dia-a-dia
Com muito tédio e nada mais
Nós somos tão perfeitos nessa nossa imperfeição
Vivemos nessa hipocrisia
Fazendo coisas tão banais
Sempre esquecendo o porque da nossa criação.
O que era verde aqui um dia
Hoje não existe mais
Foi o bicho-homem levando tudo a extinção
Um céu de um obscuro cinza
Queimadas, mortes de animais
Só mostram que fomos banhados nesse mar de podridão.
REFRÃO:
Está tudo ao avesso!
Um mundo que há muito se vê
Fazendo a guerra sempre mais
Vendo a fome e a distruição se propagar
Tanques, bombas, armas químicas...
Aonde tá a nossa paz?
O que se vê é o sangue inocente jorrando sem parar.
A verdade nos corrói,
A mentira é o que constrói
O caráter da sociedade que vivemos
Mas os culpados somos nós
Por não desatarmos os nós
De todo esse terrível pesadelo que nos prendemos.
REFRÃO:
Está tudo ao avesso!
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